Os centros de vacinação atenderam a um 10% de passageiros a mais em 2017 ~ EfeSalud

Os centros de vacinação internacional, em Portugal atenderam no ano passado, a 286.457 passageiros, o que representa um aumento de 10,2% em relação a 2016, se bem administrados 9,6% menos de vacinas (305.264)

Segunda-feira 10.09.2018

Segunda-feira 10.09.2018

Segunda-feira 10.09.2018

São números que fornece o Ministério da Saúde, Serviços Sociais e Igualdade em um comunicado que de cara para o verão, lembre-se àqueles que irão viajar para o estrangeiro que consultem em um centro de vacinação internacional as possíveis dúvidas de saúde que tenham a seu lugar de destino.

Gostaria de ver uma reportagem que fizemos antes do verão de 2015?

No que diz respeito às resumo antipalúdicas também diminuíram em 2017 em 9,9% ao passar de 126.049 a 124.845, em tanto que o número de vacinas recomendadas não sofreu variações significativas: 277.835 em 2016 e 277.879, em 2017.
Os centros de vacinação, que facilitam informação personalizada e recomendações para a vacinação, especialmente no caso de países tropicais ou destinos pouco frequentes, executaram no ano passado cerca de 707.988 medidas preventivas individualizadas, 2,5 apresentações por viajante atendido e responderam mais de 165.293 chamadas telefônicas.
As 305.264 vacinas administradas, 76.230 corresponderam a febre amarela; 34.281 a meningite meningocócica, tetravalente; 7.832 a encefalite japonesa; 3.498 a encefalite primaveroestival; 17.307 a raiva; 66.468 a febre tifóide; 17.324 a tétano-difteria; 50.919 a hepatite A; e 5.495 a hepatite B.
As 123.957 restantes correspondem a outras vacinas também indicadas para os viajantes para as áreas em que se deslocavam.
Como cada ano, o departamento que dirige Dolors Montserrat colocou em marcha o programa “A saúde também viaja” para oferecer uma série de recomendações para aqueles que pretendam viajar para o estrangeiro e entre elas, precisamente, está a consultar algum dos 107 centros de vacinação internacional.
Com o fim de evitar esperas desnecessárias e para uma melhor assistência de saúde, os centros têm habilitados um sistema de agendamento, aponta o Ministério, que também aconselha os viajantes que retornam visitar o médico se apresentam qualquer sintoma relacionado com a viagem, uma vez que há doenças que não se manifestam de forma imediata.
É aconselhável que o viajante se informe sobre as vacinas necessárias com antecedência suficiente, já que existem algumas medidas preventivas que precisam de um período de tempo antes da viagem para ser eficaz.
Entre as recomendações básicas que os viajantes devem seguir encontram-se as de visitar o médico antes da viagem se você sofre de alguma doença ou alergia para ter um relatório preparado e levar a quantidade suficiente de medicação na mala.
Levar roupa e calçado apropriados, bem como um pequeno kit com material de cura são outros dos conselhos do Ministério, que salienta que, uma vez no país de destino, tenha cuidado com os alimentos e bebidas, ao ser a causa mais freqüente de doença em o viajante.
Assim, recomenda-se lavar as mãos com frequência, para evitar infecções, beber água engarrafada, evitar o consumo de gelo, descascar a fruta e consumir apenas leite embalado e derivados lácteos higienizados.
Além disso, as refeições devem ser preparadas e conservadas à temperatura adequada e evitar o consumo de produtos de mercados ambulantes.
Saúde aconselha também proteger-se do calor, da umidade e da exposição direta ao sol, picadas de insetos, com roupa adequada, usar repelentes e se necessário também utilizar mosquiteiros para dormir.
Em todo o caso, há sempre que extremar as medidas para evitar o contágio em locais de banho e cuidar da higiene pessoal.
Em relação ao possível risco de exposição aos mosquitos vetores transmissores de doenças emergentes e reemergentes, como o vírus Zika, Chikungunya e o Dengue, o site do Ministério oferece informações detalhadas de prevenção.

Redação EFE: bpc/jlg

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